Quando li o Poema da Neutralidade da Cuiabana/Paulistana Sueli Batista, na voz afiadíssima de Carlos Navas - fiquei maravilhado. Foi aquela inquietude da alma do jovem da trinta anos redescobrindo nos versos poéticos, os acordes de melodia afinada e carregada de versos nada neutros. E assim os anos se passaram e assim me vi mergulhado sempre, em poemas e canções, pra travestidas de alegria, pra disfarçadas de riso morno de final de outono.
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